Educação e treinamento têm sido evidenciados por muitas empresas como a pedra de toque no desenvolvimento de sistemas de gestão da qualidade. É a base para que as pessoas sintam a necessidade de fazer aprimoramentos contínuos em todas as etapas de suas atividades. A educação cria a vontade nas suas mentes e o treinamento dá os meios de execução
A dificuldade é como fazer na prática: Como fazer com que gerentes e supervisores, incluindo os da “alta direção”, desçam de seus pedestais e aceitem a necessidade de educarem-se e de liderarem os processos de educação e treinamento de seus subordinados. E se não for assim, não vai! Se o “chefe” não der o exemplo, os objetivos de quaisquer processos estarão comprometidos.
“Não tenho tempo”, “o nível dos operadores é muito baixo”, “o retorno do investimento financeiro é muito pequeno” são, apenas, desculpas que a liderança da organização não deve tolerar; ao contrário, ela deve dar o exemplo aprimorando a sua educação, educando seus colaboradores para que eles eduquem seus subordinados e, assim, sucessivamente até o piso da organização. A questão seguinte é escolher qual é o caminho e, preferencialmente, desenvolver um processo totalmente adequado às necessidades do sistema de gestão da qualidade e da empresa, sabendo, de antemão, que o efeito multiplicador de treinar treinadores pode minimizar o tempo de implementação desse processo.
Admitindo-se, ainda, que um processo de educação e treinamento deve atender as necessidades do negócio e as necessidades do colaborador, maximizando sua contribuição e sua satisfação no trabalho, são premissas para o sucesso:
1. Educação e treinamento devem estar fortemente acoplados aos objetivos da organização e ao desenvolvimento pessoal de seus colaboradores.
2. Educação e treinamento devem criar a vontade em direção à melhoria contínua.
3. Deve haver, no processo de educação e treinamento, um componente de medição com o propósito de avaliar a eficácia do processo.
Finalmente e com base na minha experiência, sugiro que o número de horas dedicadas à educação e treinamento deve ser, em média, de 40 horas/ano para cada colaborador.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Macaco vê... Macaco faz!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
A Visão Holística
Vivemos um momento de reflexão, quando modelos administrativos são, constantemente, questionados; fala-se de uma crise de valores, causa aparente dos problemas de empresas e, até, de nações. São resgatados ou lembrados velhos conceitos e princípios éticos na busca de justificativas e explicações que permitam indicar as soluções.
No entanto, têm sido propostas de mudanças na visão existencial do homem e na sua postura perante a sociedade em que vive, as que demonstram maior eficácia. Evidencia-se uma questão meramente comportamental e não cultural; tem sido assim nas organizações de sucesso, cujos líderes entenderam e entendem que cada colaborador representa um indivíduo particular, mas e também, uma parte essencial da nação ou da empresa.
O adotar uma filosofia holística de administração, quando a centralização e a passividade são substituídas pelo tripé “CRENÇA, VONTADE E PERSEVERANÇA”, que os verdadeiros líderes sentem a necessidade de compartilhar com seus colaboradores uma visão de futuro que seja clara, comum, importante e alcançável para todos.
E só esta transformação profunda na postura organizacional leva ao entendimento da necessidade de novas atitudes e de novos valores individuais e coletivos.
E por que considerar a gestão da qualidade como um dos mecanismos ou estratégias mais importantes no processo de mudança de uma organização? Repito o que empresas vencedoras de prêmios nacionais e internacionais da qualidade e produtividade dizem:
- Uma mudança comportamental na organização acontece com a implementação da gestão da qualidade.
- A gestão da qualidade permite que os gerentes se sintam confortáveis com a liberação do controle.
- Qualidade é aplicável a todos os sistemas e processos de trabalho.
- Qualidade não é mágica! Todos podem fazer.
- A gestão da qualidade não está somente nas fábricas, mas em todos os departamentos e setores da organização.
- A gestão da qualidade é considerada um fator crítico de sucesso e faz parte do nosso dia-a-dia.
A gestão da qualidade para todas elas já é a maneira de fazer negócio!
No entanto, têm sido propostas de mudanças na visão existencial do homem e na sua postura perante a sociedade em que vive, as que demonstram maior eficácia. Evidencia-se uma questão meramente comportamental e não cultural; tem sido assim nas organizações de sucesso, cujos líderes entenderam e entendem que cada colaborador representa um indivíduo particular, mas e também, uma parte essencial da nação ou da empresa.
O adotar uma filosofia holística de administração, quando a centralização e a passividade são substituídas pelo tripé “CRENÇA, VONTADE E PERSEVERANÇA”, que os verdadeiros líderes sentem a necessidade de compartilhar com seus colaboradores uma visão de futuro que seja clara, comum, importante e alcançável para todos.
E só esta transformação profunda na postura organizacional leva ao entendimento da necessidade de novas atitudes e de novos valores individuais e coletivos.
E por que considerar a gestão da qualidade como um dos mecanismos ou estratégias mais importantes no processo de mudança de uma organização? Repito o que empresas vencedoras de prêmios nacionais e internacionais da qualidade e produtividade dizem:
- Uma mudança comportamental na organização acontece com a implementação da gestão da qualidade.
- A gestão da qualidade permite que os gerentes se sintam confortáveis com a liberação do controle.
- Qualidade é aplicável a todos os sistemas e processos de trabalho.
- Qualidade não é mágica! Todos podem fazer.
- A gestão da qualidade não está somente nas fábricas, mas em todos os departamentos e setores da organização.
- A gestão da qualidade é considerada um fator crítico de sucesso e faz parte do nosso dia-a-dia.
A gestão da qualidade para todas elas já é a maneira de fazer negócio!
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